COR
Elemento essencial da linguagem da arquitetura, a cor entra no mundo do ladrilho por mérito da Seves, que nos anos ‘90 realiza os primeiros vidros coloridos.
A Seves realiza o percurso que vai da introdução das tonalidades pastéis, obtidas acrescentando na massa do vidro fundida cristais de pigmentos denominados “fritas”, às mais recentes cores vivas e brilhantes da “Coleção Mendini”, verdadeiro triunfo de policromia criativa, devido ao segundo trabalho de “hand-made” com infinitas tonalidades.
A empresa começou a buscar e encontrar novas soluções e novas cores para dar a quem projeta cores diferentes não somente na tonalidade, mas também nos efeitos, aqueles obtidos da pintura dos bordos e do acetinado das faces.
Esta abordagem facilita a resposta ao pedido de cores específicas, como o azul desejado por Hansjörg Göritz para o vidro empregado na Estação de Hannover, o mesmo azul do logotipo das Ferrovias do Estado alemães, ou como o verde desejado pelo escritório de arquitetura Schulze und Pampus para o novo centro logístico da cerveja Beck’s. [<<] |